Quando me amei de verdade, pude compreender que em qualquer circustância, eu estava no lugar certo, na hora certa. Então pude relaxar.
Quando me amei de verdade, pude perceber que o sofrimento emocional é sinal de que estou indo contra a minha verdade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado, inclusive eu mesmo.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo o que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e qualquer coisa que me pusesse pra baixo. Minha razão chamou isso de egoísmo. Mas hoje eu sei que é amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje, faço o que acho certo e no meu próprio rítmo. Como isso é bom!
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e eu me decepcionar. Mas, quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna umagrande e valiosa aliada.
* Autor desconhecido. Eu estava numa loja de xerox, dessas que a gente não entra, mas é atendido por uma espécie de "janela", aberta de um lado a outro. Na parede, ao meu lado estava este texto colcado com durex, escrito em computador e impresso em folha de ofício. Pedi na mesma hora que fizessem uma cópia pra mim. Ninguém na loja soube me informar quem é o autor. Se alguém aqui souber, por favor, nos diga. Obrigada.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Música "Criança Ano 2000"
Uma homenagem ao Dia das Crianças!
CRIANÇA ANO 2000
Eu sou criança do Brasil gigante
E vou levar adiante o amor que a vida traz
Sou esperança do Brasil que cresce
E que se curava em prece pra fazer a paz
Refrão:
Sou amanhã, sou esperança
Eu sou criança e eu lhe quero bem
Eu amo a vida, eu amo tudo
E quero ver você amar também
Lá, lá, lá, lá, lá, lá...
Eu sou criança que sorri e estuda
E que sorrindo muda as coisas pra melhor
Eu sou o Brasil ano dois mil futuro
Quem ninguém segura pois eu sou amor
Repete o refrão...
Eu sou criança do Brasil tão verde
Cor da esperança que sambando vem
Da gente grande aprendi um dia
a ter muita alegria e só fazer o bem.
Repete o refrão
Eu sou criança e vou viver cantando
E assim vou amando a Deus e a meu país
Vou sers amigo dos meus pais e mestres
Vou fazer o mundo ser bem mais feliz.
* Autor desconhecido. Se alguém soube, por favor, escrever o nome dele ou dela nos comentários. Essa música está no meu caderno de "Canto e Poesia" do primario! Na minha escola havia um disquinho compacto que tinha de um lado essa música e do outro era "Não seja gulosa, criança" de Theotônio Pavão. Desta eu tenho um texto datilografado que foi mimiografado na época e distribuído pra nós. Está colocado no mesmo caderno. Já a música "Criança Ano 2000" foi escrita no quadro pela professora e não traz o nome do autor, que pode ou não ser o mesmo da outra música do disquinho.
CRIANÇA ANO 2000
Eu sou criança do Brasil gigante
E vou levar adiante o amor que a vida traz
Sou esperança do Brasil que cresce
E que se curava em prece pra fazer a paz
Refrão:
Sou amanhã, sou esperança
Eu sou criança e eu lhe quero bem
Eu amo a vida, eu amo tudo
E quero ver você amar também
Lá, lá, lá, lá, lá, lá...
Eu sou criança que sorri e estuda
E que sorrindo muda as coisas pra melhor
Eu sou o Brasil ano dois mil futuro
Quem ninguém segura pois eu sou amor
Repete o refrão...
Eu sou criança do Brasil tão verde
Cor da esperança que sambando vem
Da gente grande aprendi um dia
a ter muita alegria e só fazer o bem.
Repete o refrão
Eu sou criança e vou viver cantando
E assim vou amando a Deus e a meu país
Vou sers amigo dos meus pais e mestres
Vou fazer o mundo ser bem mais feliz.
* Autor desconhecido. Se alguém soube, por favor, escrever o nome dele ou dela nos comentários. Essa música está no meu caderno de "Canto e Poesia" do primario! Na minha escola havia um disquinho compacto que tinha de um lado essa música e do outro era "Não seja gulosa, criança" de Theotônio Pavão. Desta eu tenho um texto datilografado que foi mimiografado na época e distribuído pra nós. Está colocado no mesmo caderno. Já a música "Criança Ano 2000" foi escrita no quadro pela professora e não traz o nome do autor, que pode ou não ser o mesmo da outra música do disquinho.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Poema do Juiz-forano
Juiz forano não come quieto,
solta os bichos...
Não trabalha em silêncio...
Trabalha cantando mesmo que a música esteja errada!
Não aceita regras,
As quebra em pedaços!
Não fica na janela vendo a banda passar
Entra na farra e arranja um instrumento pra tocar!
Não carrega malas, nem viaja de trem
Vai de mochila nas costas pedir carona na estrada!
Não fala uai, nem, sô
mas fala véio, venas, pô
uêêê, uééé,
xiii, nééé?
Gosta de queijo
mas prefere um beijo
Não quer saber de dormir no chão
Escolhe bem a cama e o colchão
Briga de galo e raposa não é legal
Bom mesmo é urubu contra bacalhau!
Se orgulha do passado de sua cidade
Mas constrói o futuro com inventividade
Daria sua bicicleta para não entrar em uma briga
Mas se entrar, só uma Mercedez talvez o faça sair!
Corre às margens do Rio Paraibuna de short e bandana
Mas queria mesmo é correr no calçadão de Copacabana
Gosta de canjiquinha e feijoada
Tutu de feijão e churrascada
Mas não dispensa sushi e macarrão
Quibe com tabule e bobó de camarão
Tem a hospitalidade de um bom mineiro
A descontração de um bom carioca
A pressa de um bom paulista
A elegância de um bom gaúcho
A alegria de um bom bahiano
É receptivo e cordial,
festeiro e sensual
Desconfiado mas nem tanto
Aventurar-se é seu encanto
“Quem não arrisca não petisca” é o ditado
Do juiz-forano esperto, “tá ligado”?
Não tem hora pra sair nem pra chegar
Na balada vale tudo que rolar!
Para os mineiros de Juiz de Fora,
Morar longe não é morar logo ali
É morar numa lonjura do caramba,
Lááá nos caixa prego, lááá na pqp!
É coisa de quem quer se esconder, fugir!
O Juiz forano vai e volta da praia no mesmo dia
Venera o sol, o mar, a maresia
Tira onda com os “roça grande”, “os capiau”
Porque são mais bronzeados que os mineiros da capital
Em Juiz de Fora tem de tudo, pode crer
Com certeza tem pra mim e pra você!
Tem maluco, hippie, paty, playboy e pagodeiro
Tem poeta, clubber, punk, cow-boy e funkeiro
Belo Horizonte é interior
Juiz de Fora é litoral
Minas é conservadora,
Juiz de Fora é liberal
Se mineiro é pacato
Juiz-forano é alto-astral
Juiz-forano é diferente
Beleza pura, coisa e tal
Juiz de Fora tem cultura,
Tem Miss Gay e carnaval!
*Há tempos, uma leitora do blog colocou nos comentários um trecho desse poema. Eu andei procurando por ele e finalmente o recebi na íntegra por e-mail. Mas não me enviaram o nome do autor, então, eu passei mais um tempo procurando descobrir o autor para postar o poema junto com o nome de quem o escreveu. Tudo o que consegui descobrir é que trata-se de um jornalista e poeta que viveu por pouco mais de um ano aqui em JF. Ele nasceu em São João Del Rei e foi estudar em Belo Horizonte. Depois de se formar morou em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. E já viajou por vários "cantos" do Brasil e fora do país também. Ao vir pra Juiz de Fora, se encantou com a cidade e o povo daqui. Saía nas noites com os amigos que o hospedavam e assim observou os hábitos, o comportamento e o jeito de ser e falar tão peculiar do juiz-forano. Então, escreveu esse poema, que há alguns anos foi publicado em um jornal local. O peoma pontua o modo "JF" de ser e as diferenças principais entre o mineiro tradicional e o povo de Juiz de Fora. O jornalista se mudou daqui a alguns anos, mas vira e mexe visita a nossa cidade. E isso foi tudo que a pessoa que me mandou o e-mail com a poesia na íntegra me contou, porque foi tudo o que ela "ouviu falar".
Se alguém souber algo mais, é só dizer nos comentários. Fato é que, tirando a parte dos cowboys, eu adorei a poesia, e acho que o cara acertou na mosca! Ele retratou muito bem o povo de JF!!!
solta os bichos...
Não trabalha em silêncio...
Trabalha cantando mesmo que a música esteja errada!
Não aceita regras,
As quebra em pedaços!
Não fica na janela vendo a banda passar
Entra na farra e arranja um instrumento pra tocar!
Não carrega malas, nem viaja de trem
Vai de mochila nas costas pedir carona na estrada!
Não fala uai, nem, sô
mas fala véio, venas, pô
uêêê, uééé,
xiii, nééé?
Gosta de queijo
mas prefere um beijo
Não quer saber de dormir no chão
Escolhe bem a cama e o colchão
Briga de galo e raposa não é legal
Bom mesmo é urubu contra bacalhau!
Se orgulha do passado de sua cidade
Mas constrói o futuro com inventividade
Daria sua bicicleta para não entrar em uma briga
Mas se entrar, só uma Mercedez talvez o faça sair!
Corre às margens do Rio Paraibuna de short e bandana
Mas queria mesmo é correr no calçadão de Copacabana
Gosta de canjiquinha e feijoada
Tutu de feijão e churrascada
Mas não dispensa sushi e macarrão
Quibe com tabule e bobó de camarão
Tem a hospitalidade de um bom mineiro
A descontração de um bom carioca
A pressa de um bom paulista
A elegância de um bom gaúcho
A alegria de um bom bahiano
É receptivo e cordial,
festeiro e sensual
Desconfiado mas nem tanto
Aventurar-se é seu encanto
“Quem não arrisca não petisca” é o ditado
Do juiz-forano esperto, “tá ligado”?
Não tem hora pra sair nem pra chegar
Na balada vale tudo que rolar!
Para os mineiros de Juiz de Fora,
Morar longe não é morar logo ali
É morar numa lonjura do caramba,
Lááá nos caixa prego, lááá na pqp!
É coisa de quem quer se esconder, fugir!
O Juiz forano vai e volta da praia no mesmo dia
Venera o sol, o mar, a maresia
Tira onda com os “roça grande”, “os capiau”
Porque são mais bronzeados que os mineiros da capital
Em Juiz de Fora tem de tudo, pode crer
Com certeza tem pra mim e pra você!
Tem maluco, hippie, paty, playboy e pagodeiro
Tem poeta, clubber, punk, cow-boy e funkeiro
Belo Horizonte é interior
Juiz de Fora é litoral
Minas é conservadora,
Juiz de Fora é liberal
Se mineiro é pacato
Juiz-forano é alto-astral
Juiz-forano é diferente
Beleza pura, coisa e tal
Juiz de Fora tem cultura,
Tem Miss Gay e carnaval!
*Há tempos, uma leitora do blog colocou nos comentários um trecho desse poema. Eu andei procurando por ele e finalmente o recebi na íntegra por e-mail. Mas não me enviaram o nome do autor, então, eu passei mais um tempo procurando descobrir o autor para postar o poema junto com o nome de quem o escreveu. Tudo o que consegui descobrir é que trata-se de um jornalista e poeta que viveu por pouco mais de um ano aqui em JF. Ele nasceu em São João Del Rei e foi estudar em Belo Horizonte. Depois de se formar morou em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. E já viajou por vários "cantos" do Brasil e fora do país também. Ao vir pra Juiz de Fora, se encantou com a cidade e o povo daqui. Saía nas noites com os amigos que o hospedavam e assim observou os hábitos, o comportamento e o jeito de ser e falar tão peculiar do juiz-forano. Então, escreveu esse poema, que há alguns anos foi publicado em um jornal local. O peoma pontua o modo "JF" de ser e as diferenças principais entre o mineiro tradicional e o povo de Juiz de Fora. O jornalista se mudou daqui a alguns anos, mas vira e mexe visita a nossa cidade. E isso foi tudo que a pessoa que me mandou o e-mail com a poesia na íntegra me contou, porque foi tudo o que ela "ouviu falar".
Se alguém souber algo mais, é só dizer nos comentários. Fato é que, tirando a parte dos cowboys, eu adorei a poesia, e acho que o cara acertou na mosca! Ele retratou muito bem o povo de JF!!!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Feng Shui Interior
Recebi isto por e-mail e achei tão interessante que decidi postar aqui. Acredito que possa ser útil pra muitas pessoas...Como está sendo pra mim!
FENG SHUI INTERIOR:
A bagunça é inimiga da prosperidade. Ninguém está livre da desorganização.A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível.A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades.De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime,tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.
Conheça cada uma dessas ações para evitar a 'crise energética pessoal'.
1. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação,hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
2. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos.
Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
3. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa
também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, 'como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis:'bons tempos aqueles!', costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto àqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais
perdoamos,menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres,abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica 'energeticamente obeso', carregando fardos passados.
6. Mentira pessoal -Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro,sofrendo seus problemas 'e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas,causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos,além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro 'escape' de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe 'diz' inconscientemente: 'você não me terminou! Você não me terminou!' Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do autoconhecimento, da disciplina e da determinação fará com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que, quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais justo e mais belo.
Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal. Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo.
A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como:
- a falha de memória (o famoso 'branco');
- o cansaço físico,
- o sono deixa se ser reparador;
- o ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas,
- a prosperidade e a satisfação diminuem -
- os talentos não se manifestam mais por falta de energia,
- o magnetismo pessoal desaparece,
- medo constante de que o outro o prejudique,
- aumentando a competição,
- o individualismo e a agressividade,
Reduzindo a proteção contra as energias negativas, aumentando o risco de sofrer 'vampirismo energético'.
FENG SHUI INTERIOR:
A bagunça é inimiga da prosperidade. Ninguém está livre da desorganização.A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível.A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades.De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime,tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.
Conheça cada uma dessas ações para evitar a 'crise energética pessoal'.
1. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação,hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
2. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos.
Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
3. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa
também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, 'como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis:'bons tempos aqueles!', costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto àqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais
perdoamos,menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres,abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica 'energeticamente obeso', carregando fardos passados.
6. Mentira pessoal -Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro,sofrendo seus problemas 'e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas,causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos,além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro 'escape' de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe 'diz' inconscientemente: 'você não me terminou! Você não me terminou!' Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do autoconhecimento, da disciplina e da determinação fará com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que, quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais justo e mais belo.
Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal. Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo.
A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como:
- a falha de memória (o famoso 'branco');
- o cansaço físico,
- o sono deixa se ser reparador;
- o ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas,
- a prosperidade e a satisfação diminuem -
- os talentos não se manifestam mais por falta de energia,
- o magnetismo pessoal desaparece,
- medo constante de que o outro o prejudique,
- aumentando a competição,
- o individualismo e a agressividade,
Reduzindo a proteção contra as energias negativas, aumentando o risco de sofrer 'vampirismo energético'.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
MUDANÇAS
"As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem" (Chico Buarque de Holanda).
Aqui vai um texto que ganhei de um amigo há tempos. É de autor desconhecido, mas diz exatamente o que eu penso:
Em geral, as pessoas morrem em torno dos trinta anos e são sepultadas por volta dos sessenta ou setenta. Leva quarenta anos para os outros perceberem que aquelas pessoas estão mortas.
Lembre-se: a vida é sempre incerta. Somente o que está morto é certo, é sólido, é fixo. Tudo que está vivo muda sempre e se movimenta, é fluido, liquido, flexível, capaz de se mover em qualquer direção.
Quanto mais você se torna seguro, mais está perdendo a vida. Viver é arriscado e morrer não tem risco nenhum. Morrer é muito, muito seguro. Na verdade, não há lugar tão seguro para o ser humano quanto um túmulo. Nada mesmo pode acontecer, nenhum acidente, nenhum azar. Essa é a segurança do túmulo. E as pessoas têm desejado tanto a segurança que elas estão mesmo prontas a morrer por ela. Deseje a insegurança, pois isso é desejar a vida.
Busque a insegurança, procure os caminhos ainda não trilhados e navegue por mares ainda não navegados, porque esse é o caminho da vida. Quando as mudanças começam a ocorrer, as pessoas ficam com medo. Então, algumas vezes, elas se agarram às misérias, porque elas lhe parecem familiares. Mas o crescimento é sempre um jogo arriscado. As pessoas têm que perder aquilo que está em suas mãos em troca de algo que ainda não está. Na vida real, não há nenhuma garantia. Exceto a certeza da morte.
Essa é a beleza da vida real. É por isso que há tanta emoção. A vida só é acalçada por um alto preço. Se você observar as pessoas, verá muita gente buscando um tipo arriscado de vida, à sua maneira. Essas são as pessoas vivas. As outras já estão mortas. Podem ser sepultadas mais tarde, mas já estão mortas.
*Eu não acredito na existência da morte, o que morre é o corpo. Mas acredito no sentido figurado de morte citado neste texto. Quem não se arrisca não petisca, quem vive com medo de mudanças na verdade não vive; está "morto", ou seja, estagnado.
Aqui vai um texto que ganhei de um amigo há tempos. É de autor desconhecido, mas diz exatamente o que eu penso:
Em geral, as pessoas morrem em torno dos trinta anos e são sepultadas por volta dos sessenta ou setenta. Leva quarenta anos para os outros perceberem que aquelas pessoas estão mortas.
Lembre-se: a vida é sempre incerta. Somente o que está morto é certo, é sólido, é fixo. Tudo que está vivo muda sempre e se movimenta, é fluido, liquido, flexível, capaz de se mover em qualquer direção.
Quanto mais você se torna seguro, mais está perdendo a vida. Viver é arriscado e morrer não tem risco nenhum. Morrer é muito, muito seguro. Na verdade, não há lugar tão seguro para o ser humano quanto um túmulo. Nada mesmo pode acontecer, nenhum acidente, nenhum azar. Essa é a segurança do túmulo. E as pessoas têm desejado tanto a segurança que elas estão mesmo prontas a morrer por ela. Deseje a insegurança, pois isso é desejar a vida.
Busque a insegurança, procure os caminhos ainda não trilhados e navegue por mares ainda não navegados, porque esse é o caminho da vida. Quando as mudanças começam a ocorrer, as pessoas ficam com medo. Então, algumas vezes, elas se agarram às misérias, porque elas lhe parecem familiares. Mas o crescimento é sempre um jogo arriscado. As pessoas têm que perder aquilo que está em suas mãos em troca de algo que ainda não está. Na vida real, não há nenhuma garantia. Exceto a certeza da morte.
Essa é a beleza da vida real. É por isso que há tanta emoção. A vida só é acalçada por um alto preço. Se você observar as pessoas, verá muita gente buscando um tipo arriscado de vida, à sua maneira. Essas são as pessoas vivas. As outras já estão mortas. Podem ser sepultadas mais tarde, mas já estão mortas.
*Eu não acredito na existência da morte, o que morre é o corpo. Mas acredito no sentido figurado de morte citado neste texto. Quem não se arrisca não petisca, quem vive com medo de mudanças na verdade não vive; está "morto", ou seja, estagnado.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
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