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segunda-feira, 16 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Separações de casais famosos: Bruxa ou Fada?
O enorme número de separações que tem ocorrido nos últimos seis ou sete meses entre casais famosos dentro e fora do Brasil tem gerado muitas manchetes que dizem:”A Bruxa está solta no meio artístico”.
Mas eu me pergunto: será mesmo uma bruxa? Quando se fala em bruxa logo se subentende “bruxa má”. Mas eu acho que em certos casos as separações foram feitas por bruxas boas ou fadas. O casal já ia mal, um já não aguentava nem olhar mais pra cara do outro, era um sacrifício danado acordar e dizer “bom dia”. Então uma linda fada foi lá com sua varinha de condão e libertou essas duas almas sofredoras.
Na minha opinião a separação muitas vezes deve ser tão comemorada quanto um casamento porque pode significar a libertação de dois seres aprisionados pelas circunstâncias.
Que circunstâncias são essas? Ora, podem ser muitas e diferentes. Cada caso é um caso. Uns mantém um casamento desgastado por causa dos filhos, outros por dependerem financeiramente do cônjuge, outros por questões de saúde, de comodidade, por medo de mudanças e desafios, por respeito a dogmas religiosos ou por simplesmente cederem ao preconceito e à caretice que infelizmente ainda existe na sociedade. Tem gente que dá valor às aparências, fazer o que?
Acho pura hipocrisia dizer que “toda separação é dolorosa”. Também acho ridículo ficar procurando culpados. Se o homem pede a separação, ele é o vilão. Se é a mulher que pede, ela é a megera. Ou então jogam a culpa numa terceira pessoa que passa a ser considerada o “pivô” da separação, o(a) destruidor(a) de lares.
Será que as pessoas não pensam que a decisão pode ter sido tomada pelos dois? Será também que ninguém enxerga que quando o amor, o entendimento e a harmonia entre um casal estão em alta não sobra espaço pra uma terceira pessoa? Será que também não percebem que uma união só vale a pena quando os dois estão felizes e não apenas um?
Resolvi escrever sobre isso porque fiquei sinceramente aborrecida em ver/ouvir/ler pessoas dando pitacos na vida alheia como se conhecessem a fundo os motivos que levaram este ou aquele casal a optar pela separação.
KATY PERRY
O ano de 2011 terminou com a chegada da “bruxa” (ou da fada). A cantora americana Katy Perry se separou do marido, o ator e comediante inglês Russel Brand depois de pouco mais de um ano de casados, e o mundo (dos hipócritas) ficou chocado. “Oh! Eles pareciam tão felizes”. Isso mesmo: pareciam, mas será que eram mesmo?
Apenas em junho de 2012 Katy resolveu conversar sobre o divórcio. Sem entrar em detalhes, disse apenas que por ser romântica, acreditou num conto de fadas e fez tudo pro casamento dar certo, mas a realidade é diferente do sonho e o casamento falhou.
Iiihhh... será que foi bruxa mesmo que os separou? Dúvida!!!
JOHNNY DEPP
Na mesma época do divórcio de Katy Perry, circulavam boatos de que a relação nada convencional do ator, produtor e músico americano Johnny Depp com a cantora e atriz francesa Vanessa Paradis havia chegado ao fim depois de 13 anos e dois filhos. Um dos principais motivos para tais boatos foi que ambos estiveram em Paris em novembro/2011 a trabalho (ele para a première francesa de seu filme “The Rum Diary/Diário de um jornalista bêbado” e ela pra um evento de moda) mas se hospedaram em hotéis diferentes, foram e voltaram para os EUA separadamente, e não foram vistos juntos nenhuma vez na capital francesa. Eles já não iam juntos a nenhum evento desde maio de 2010.
Os boatos cresciam, as evidências de separação eram inegáveis (como a ausência dos anéis de compromisso que ambos usavam no dedo anular da mão esquerda havia alguns anos, além de fortes sinais de que eles passaram Natal e Ano Novo separadamente), mas somente em 18 de janeiro de 2012 a notícia partiu como uma bomba dos veículos sérios de imprensa em todo o mundo (internet, revistas – começando pela “People Magazine” – jornais, emissoras de TV e rádio...).
Choveram comentários, críticas, fofocas, suspiros de moças assanhadinhas por saberem da solteirice do galã (e acharem que teriam uma chance com ele!), bisbilhotices em torno do “motivo”, especulações (algumas delas totalmente infundadas) a respeito de uma possível “pivô” e até descrença por parte de alguns fãs que se recusavam a crer que aquilo estivesse mesmo acontecendo com um casal aparentemente tão “perfeito”. Bom, na minha opinião essa perfeição só existia para os olhos menos atentos...
Acontece que Johnny Depp ainda levaria cinco meses pra confirmar o fim do relacionamento oficialmente, através de sua porta-voz. Coincidência ou não, ele fez isso exatamente quando seus filhos terminavam o ano escolar em Los Angeles, e entravam de férias, em meados de junho. Pra mim isso explica porque o ator se manteve todos esses meses em total silêncio sobre a separação.
Houve um certo drama por parte de algumas fãs. Houve até quem se dissesse desapontadinha com o ídolo. Quanta hipocrisia! Desapontadas porque o cara resolveu parar de fingir que era feliz pra se permitir ser feliz de verdade?!
Revendo fotos do casal desde quando as crianças ainda eram bem pequenas consigo enxergar um Johnny conformado, resignado. Mas não radiante, animado. Ele havia perdido o brilho de seu olhar e a marotice de seu sorriso. De 2011 pra cá ele recuperou isso e independente de estar de namorada nova ou não, fato é que nas recentes imagens em que ele aparece nos sets de filmagens de seu novo longa-metragem “The Lone Ranger” (O Cavaleiro Solitário) ou em bares e eventos tocando guitarra ou bateria com os amigos, ele demonstra estar muito feliz, exultante! E espontâneo como há muito tempo não se via!
Sua relação com os filhos – que são seus verdadeiros tesouros – não está abalada por causa da separação, visto que tanto a menina (Lily-Rose) de 13 anos recém-completos, como o menino (Jack) de 10 estavam muito alegrinhos na plateia do MTV Movie Awards em 03 de junho assistindo o pai tocar guitarra no palco e receber um merecido prêmio por sua contribuição ao cinema.
Por não terem se casado legalmente, de acordo com o Canal E! Johnny não terá que dar metade de sua fortuna à Vanessa. Pelas leis da Califórnia, onde moraram com os filhos desde 2005 ou 2006, Johnny terá que pagar apenas a pensão alimentícia dos filhos. Mas comenta-se que ele deu um bom dinheiro à sua ex-companheira além de passar a casa que possuíam na França pro nome dela e dos filhos. A separação foi, de acordo com a porta-voz de Johnny, amigável. E ao contrário do que dizem os boatos e fofocas, já está tudo mais do que acertado e não há brigas nem disputas judiciais.
Bom... no caso deles estou certa de que foi uma FADA ou uma bruxinha muito bondosa que fez a separação, com muita dignidade e respeito pelos inocentes frutos dessa relação. Uma relação que ao que tudo indica, já havia se desgastado há muitos anos e se arrastou por tempo demais por causa dos filhos e do medo de que eles pudessem sofrer. Porém, acho que os filhos sofrem muito mais convivendo com pais infelizes, que já não se amam nem se entendem, que vivem brigando ou se esforçando pra manter uma mentira – que mais cedo ou mais tarde irá fatalmente desmoronar. Hoje, depois de observar bem, penso o seguinte sobre este casal: Já terminou TARDE. Que cada um siga seu caminho livremente, tenha novas – e maravilhosas – experiências amorosas e seja muito feliz, cientes de que o amor entre pais e filhos, este sim, é pra sempre e nunca pode ser deixado de lado.
ÚLTIMAS APARIÇÕES DE DOIS DOS CASAIS MAIS FAMOSOS DE HOLLYWOOD (fotos de paparazzi):
Acima e abaixo, vemos fotos da última vez que Johnny Depp e Vanessa Paradis foram vistos juntos, em 22 de novembro de 2011, em Los Angeles/Califórina/EUA. De acordo com a imprensa internacional nessa época eles já estavam separados, mas acompanharam o filho Jack, na época com 9 anos, que precisou da presença dos dois. Ao que se comenta estavam indo ou voltando da escola do menino.
TOM CRUISE
Acima e abaixo vemos as últimas fotos de Tom Cruise e Katie Holmes ainda como um casal em 16 de junho de 2012, na Islândia. Eles jantaram juntos pela última vez, de acordo com a imprensa internacional. E os paparazzi que tiraram as fotos disseram que não desconfiaram que pudesse já estar havendo algum desentendimento entre eles.
A bola da vez agora são os atores americanos Tom Cruise e Katie Holmes. Ninguém além deles pode saber o que de fato aconteceu. Mas muita gente faz drama e se diz chocadinha porque ela pediu o divórcio e se mandou com a filha pra Nova York, deixando-o sozinho na Islândia onde ele está gravando seu novo filme "Oblivion".
Muito se especula, mas ao que se sabe, a religião de Tom influenciou e muito na decisão de Katie. Ela queria uma vida normal pra menina Suri, de seis anos, filha única do casal, o que a Cientologia, que é seguida de maneira fanática pelo ator não permite. A menina não podia frequentar escola pública, tinha que estudar em casa. Katie não concordava com isso e as discussões entre o casal em a respeito da educação da filha se tornaram frequentes.
Às vésperas do aniversário de 50 anos do ator, Katie pediu o divórcio e a guarda da filha. Previa-se uma longa batalha judicial mas eles acabaram entrando em acordo pra evitar especulações da mídia, o que considero uma sábia decisão.
Nesse caso não sei dizer se foi fada ou bruxa porque não acompanho muito nenhum desses dois atores e não percebi nada de errado. Mas li há um tempinho, umas fofocas dando conta de que Katie estava insatisfeita com o casamento e com as muitas regras impostas por Tom a ela e à filha. Achei que fossem apenas fofocas e boatos, mas hoje vejo que tinham um fundo de verdade já que se confirmaram com este surpreendente divórcio.
O motivo nesse caso parece não ter sido falta de amor entre o casal e não teve terceira pessoa envolvida. Mas a criação da filha parece ter sido o ponto de desentendimento. Se a menina não estava feliz com a criação imposta pelo pai, acredito que uma FADA ou bruxa do bem os separou. Mas se o casal ainda se ama, haverá sofrimento que terá que ser superado com o tempo.
O que quero dizer com isso tudo é que cada caso é um caso...
OUTROS CASOS...
E muitas outras separações tem acontecido: Seal e Heidi Klum (depois de sete anos e três filhos), Demi More e Ashton Kutcher (depois de seis anos), Tande e Lisandra Souto (depois de 15 anos e dois filhos), Bruno Galiasso e Giovana Ewbank (depois de dois anos)... Isso só pra citar alguns dos casos mais polêmicos.
Só acho uma separação realmente triste quando o casal se ama e está feliz junto; e então acaba se separando impensadamente depois de uma briga, ou então por orgulho, mal entendidos ou intrigas de terceiros.
E desteto o "dramalhão mexicano" que algumas pessoas fazem em torno disso. Estamos no século XXI! Não está dando certo? Vai cada um pro seu lado cuidar de ser feliz, pô! E tenho dito!
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domingo, 26 de junho de 2011
Os Cheiros e Sons da Vida!
Desde pequena sempre fui muito ligado aos detalhes. Eu acho que muitas vezes os maiores encantos da vida está em coisas "pequenas", nas sensações, impressões... Naquilo que fala ao coração e deixa saudade.
Uma música me transporta no tempo... e lá vou eu de volta pra época em que aquela música marcou.
Um cheiro que sinto na rua, de algum perfume me transporta no espaço... e lá vou eu pro lugar onde eu senti aquele cheiro e foi de alguma forma, marcante pra mim.
Também pode acontecer o contrário: um som pode me transportar pra algum lugar e um cheiro, pra alguma época!
Momentos bons da vida são pontuados por esses detalhes, essas sensações. Assim é pra mim, e acredito que seja também pra muitos de vocês que estão lendo este texto...
Alguns dos cheiros que me marcaram a infância são:
- Cheiro de disco de vinil novinho, vindo da loja. Nossa! A primeira coisa que eu fazia ao ganhar um disco novo era cheirar, cheirar, cheirar... rsrsrsrs Que delícia!
- Cheiro de álcool em prova rodada no mimiógrafo. É... sou daquele tempo... rsrsrsrs E não era a única. Na sala de aula ficava todo mundo com o nariz grudado no papel após receber a prova! hauhauha
- Plásticos de encapar caderno (esqueci o nome daquilo - acho que não é o celofane, é um parecido). Aquilo era tão cheiroso, enquanto encapávamos o cardenos o cheiro ficava no ar, na copa, que era geralmente onde o material escolar era preparado antes do ano letivo começar.
- Cheiro da merenda. Aquele cheirinho de suco de uva na garrafinha plástica misturado com cheiro de banana ou maça e biscoitos de chocolate recheados ou "Lanche Mirabel". Alguém se lembra desse wafer? Já tem anos que não o vejo mais... Os meu preeridos eram o verdinho (chocolate) e vermelho (crocante).
Muitos outros cheiros me marcaram a infância e adolescência... E continuam andando comigo na minha estrada da vida. Uma mania que eu não perco é cheirar os livros antes de lê-los. Não importa se o livro é novo ou velho. Qdo sento (ou deito!) pra ler um livro, abro na página que vou ler e fico um tempo cheirando antes de começar a leitura.
Acho que tem sempre cheiro de cultura, e parece que me ajuda a absorver um pouquinho do seu conteúdo! rsrsrsrs
Agora vamos falar um pouco dos sons...
Músicas que marcaram a minha vida e continuam marcando são muitas, então foi falar apenas dos "barulhos". Alguns deles se destacam pra mim:
- Avião decolando. Parece que decolo junto. A sensação de ver aquele "monstrão" levantar vôo fazendo aquele barulhão me faz pensar no significado de VOAR. Poxa, aquilo tudo pra levar o ser humano pros ares. Pros pássaros é tão fácil, simples, normal...
- Motocicletas dentro do Globo da Morte. Num circo, nunca gostei muito de palhaços, com todo respeito que tenho a esses profissionais. Mas aquelas caras pintadas, dando bofetes uns nos outros, caindo de bunda no chão... é sempre a mesma coisa e nunca me fez rir muito... Meus preferidos sempre foram os mágicos, equilibristas, malabaristas, trapezistas e... O GLOBO DA MORTE. Já vi com três, quatro, cinco e até com seis motos! Sei do risco que aqueles homens correm. Mas a adrenalida é grande, e eu adoro aquela barulhada toda que as motos fazem desde quando se preparam pra rodar naquela esfera até o fim da apresentação.
- Batuque de bateria de Escola de Samba no carnaval. Quando a bateria passa pertinho de mim com seu "ticutuco-micutuco", a sensaçao que eu tenho é de que aquele som está tocando no meu coração!
- Berrante. Esse eu só ouvi pessoalmente uma vez, quando em comício político o cantor e ator Sérgio Reis o tocou. Me dá um aperto no peito. É triste... Talvez me traga ao sentimento, mesmo que de maneira não muito consciente, o lamento dos bois que estão sendo conduzidos à morte. É uma emoção diferente das outras. Parece o som de uma despedida.
Existem também outros sons que me fazem sentir a vida. Outros sons e outros cheiros. Isso sem falar nos muitos sabores, imagens, toques... Falarei mais sobre isso em outros posts...
Mas me diga, e pra você: que cheiro e que som a vida tem?...
Até mais!!!
domingo, 29 de agosto de 2010
Um dia difícil...
Mainha... siga feliz seu caminho, "Dona Luiza". Um dia a gente se encontrará!
Mas ainda assim, entre todos os meus blogs esse aqui é o mais pessoal. É aqui que costumo falar mais de mim.
Pois bem, agora quero falar sobre o dia de hoje. Hoje é 29 de agosto de 2010. Seria aniversário da minha mãe, Luiza. O último aniversário que ela comemorou com a gente foi em 2002. Eu estava na minha querida cidade de Valença passando uns tempos pra “arejar a cuca” após o encerramento de uma sociedade mal sucedida e resolvi chegar de surpresa na quinta-feira (sendo que eu havia ligado pra ela e dito que só voltaria no sábado). Quando o taxi parou na frente o portão da casa em que morávamos, no bairro Benfica, em Juiz de Fora, lá veio a feliz aniversariante me receber com um sorriso e um abraço. Ela estava de visual novo. Havia cortado o cabelo na altura dos ombros, num corte moderno que ficou perfeito pra ela.
À noite teve “parabéns pra você” com direito a bolo de brigadeiro e refrigerante com a família (já bem reduzida) reunida em volta da mesa. Dei a ela um presente e mal sabia eu que aquele era o último aniversário dela que comemoraríamos. Menos de um mês depois (em 18 de setembro de 2002) ela se foi... teve um enfarte (ou infarto) inesperado, afinal, ela parecia tão bem, estava tão disposta, animada e cheia de planos...
Hoje estaria aniversariando uma outra pessoa de quem gosto muito. Este infelizmente não cheguei a conhecer. Me refiro ao meu ídolo Michael Jackson. Ele é mais um exemplo desse “puft” que citei ali em cima. Ele estava voltando aos palcos, cheio de planos, cheio de vida, ensaiando feito louco, dando tudo de si e de repente... “puft”, é arrancado dos seus sonhos e planos, do seu lindo projeto em andamento e também de sua família, amigos e fãs.
Deus que me perdoe se eu estiver falando besteira... mas não gosto desse “puft”! Não gosto quando ele vem e nos tira as pessoas que nos são caras. Eu sei que a vida continua do outro lado, sei que estamos aqui de passagem e sei que as pessoas que amamos e se foram cumpriram suas missões aqui e talvez estejam melhores do que estariam aqui hoje. Mas ainda assim, eu queria pelo menos me despedir e poder fazer planos pra quando nos reencontramos lá do outro lado. Queria poder me preparar. Queria pelo menos que essas pessoas pudessem ter visto seus planos e projetos realizados. Queria que houvesse um aviso um ano antes pra que a pessoa pudesse saber e assim fazer tudo que gostaria de fazer antes de partir.
Eu queria... mas não é assim. Há “mortes” (as aspas são porque como eu já disse não acredito em morte a não ser na morte do corpo físico) em que a pessoa adoece e vai morrendo as poucos. Quem está perto pode ser preparar. Mas por outro lado a pessoa que está “de cama” sofre muito. Deveria haver uma maneira da partida ser justa tanto pra quem vai, como pra quem fica. Mas não tem. Um dos dois sofre de um jeito ou de outro. Se a pessoa parte de repente, ela sofre menos, mas quem permanece na Terra sofre mais porque leva um choque e demora pra superar (meu caso após a partida de minha mãe – e acho que ainda não superei de verdade). Se a pessoa adoece e vai morrendo aos poucos, quem fica se prepara pro momento mas também sofre em ver o sofrimento do doente amado – que por sua vez sofre ainda mais porque além das dores, ele fica se sentido um estorvo e isso é muito doloroso!
Enfim... não dá pra agradar a gregos e troianos mesmo! Nem DEUS consegue fazer isso na hora que decide nos levar daqui...
Mas chega desse papo fúnebre, né?
Estamos aqui e a vida continua (pra nós aqui e pra eles lá)!...
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Frio e depressão na serra...

Estou de volta, depois de uns dias fora...
Essa volta me trouxe algumas reflexões, me fez chegar a algumas conclusões e confirmações a respeito de verdades sobre mim mesma que no fundo (e talvez até no raso também), eu já conhecia.
Uma dessas verdades é que realmente o tempo/clima me influencia de uma maneira muito intensa.
Sempre que vou ao Rio, ao passar pela Serra de Petrópolis quando não há sol por ali, fico meio angustiada, observando aquela névoa branca que trás frio pra dentro do carro ou do ônibus.
Na semana passada fui a uma outra serra, a Serra de Ibitipoca. Há um parque florestal lá, que é lindo. Já postei aqui sobre aquele local. Realmente é um santuário ecológico, com lindas cachoeiras e grutas. Mas das outras vezes que estive lá, era verão ou primavera. E havia sol, muito sol. Foi maravilhoso.
Desta vez, porém, o sol pouco deu o ar de sua graça (e quando ele aparecia, muito raramente, era fraquinho e logo sumia de novo).
Tivemos que subir muitooo pra chegar até o ponto mais alto do parque: a Lombada, onde encontramos uma névoa branca que fazia parecer que estávamos na Suíça! Frio, muito frio! GELADO! E... molhado, porque havia uma chuva fina insistente. Não dava pra ver nada à frente, estava tudo branco à nossa volta. Mesmo com capa e guarda-chuva é impossível não se afetar por um clima como aquele.
Atravessando a Lombada chegamos a um lugar lindo, que se chama "Janela do Céu", o ponto mais distante do parque, onde eu nunca tinha ido antes. A vista é realmente maravilhosa e compensou todo o esforço e os "perrengues" que passamos na subida. Como sempre morei em bairros planos de Juiz de Fora, pra mim é muito difícil andar só subindo... subindo... subindo... Onde moro agora até que tem uma subidinha, mas é apenas uma ladeirinha, bem curta.
Eu nunca tinha sentido tanto frio na minha vida! Nem com a pior das frentes frias que já chegou à JF! Fiquei hospedada na casa de uma amiga, na vila de Conceição do Ibitipoca. E o frio que faz dentro da casa realmente é assustador.
No dia seguinte, novamente no parque, no frio gelado e chuvoso, bateu uma solidão, tristeza, angústia... Sabe aquele aperto no coração que a gente nunca sabe de onde vem? Pois é. Fiquei realmente deprimida. E isso deixou claro pra mim mas uma vez que eu não nasci pra viver em cima de serra, de montanha... Não nasci pra sentir frio!
Sou do sol, do verão, do mar, da praia, do alto-astral, da alegria! Gosto das noites de verão regadas a sorvete e tendo como teto o céu cheio de estrelas!
Com o frio me encolho e não gosto disso. O calor me traz à vida, de fato e com tudo!!!
Portanto: Ibitipoca é lindo! Mas é local pra ser visitado no verão ou na primavera, com o sol brilhando no céu e ardendo na pele!
Sempre digo que pro calor há soluções: ventilador (detesto ar condicionado), banho frio, roupas leves, sucos, águas geladas, sorvete, picolé, chup-chup/sacolé... Mas e pro frio? Qual é a solução? Não chegar o nariz nem na janela e ficar dentro de casa debaixo de casacos e cobertores! Isso pra mim não é algo agradável. Portanto, não é solução na verdade, é apenas prevenção pra não adoecer!!!
Meu astral está melhorando, apesar de ter uma frente fria sobre JF. Mas já consegui tomar um banho feliz, mais relaxada e sem chegar a tiritar de frio!
As experiências da vida servem de aprendizado e por isso são válidas. Por isso, espero eu poder cumprir essa promessa que faço a mim mesma: alto de serra com tempo frio NUNCA MAIS!!! Não sou esquimó pra aturar frio quase perto de zero (acho que foram uns 3 graus centígrados àcima de zero) nem eremita pra viver em cima de montanha. E tenho dito.
domingo, 29 de março de 2009
Meu lado ursa - ou melhor, Ursoleta!
Não sei se vc tb tem isso, não sei se é normal...
Será q eu sou normal? rsrsrs
Será q somos normais, ou melhor:
O Q É SER NORMAL???
Bom, o lance é q eu funciono mto bem por um período. Fico animada a fazer as coisas, a inventar coisas, a malhar, estudar, trabalhar, sair, me divertir e tudo o mais q uma pessoa normal faz no seu dia-a-dia. Tudinhooo normal.
Mas... há períodos em q gosto de hibernar. Isso mesmo! Tenho vontade de me enrolar no meu edredon como se ele fosse um casulo e daqui a algum tempo eu fosse sair dele batendo asas, livre, UMA BORBOLETA!
Cara, se sou meio ursa, meio borboleta... Isso me fez lembrar AGORA de um desenho animado q passava no Xou da Xuxa e q eu adorava ("Os Wuzzles") em q havia a personagem Ursoleta. Uma mistura perfeita de ursa com borboleta. Ela era uma ursinha mas tinha asas. Isso me fez até aumentar o título deste meu post.
Mas o meu período de hibernação pode variar de a metade de um dia a uma semana ou mais. Claro q não fico na cama o dia inteiro (embora às vezes até tenha vontade de ficar), mto menos fico só dormindo. Mas converso pouco, fico mais centrada em mim, nas minhas coisas, minhas meditações e até meus projetos. Neste período não tenho a menor vontade de sair de casa, embora às vezes eu seja obrigada a isso.
Parece q até minha temperatura cai! Mas nem sempre como menos qdo hiberno! hauhuaha...
E vc, já hibernou alguma vez? Já sentiu essa necessidade?
Às vezes acho q quase toda pessoa NORMAL já passou por isso, ou coisa parecida pelo menos um vez na vida. Não é necessariamente depressão, pq na maioria das vezes eu me sinto mto bem no meu casulo. E não importa se é inverno ou verão. Acho q acontece sempre q estou estressada, esgotada e preciso dar um tempo pra recarregar minhas baterias!
Por falar nisso, hoje estou hibernando...
Abraçosss e boa tarde de domingo!
Será q eu sou normal? rsrsrs
Será q somos normais, ou melhor:
O Q É SER NORMAL???
Bom, o lance é q eu funciono mto bem por um período. Fico animada a fazer as coisas, a inventar coisas, a malhar, estudar, trabalhar, sair, me divertir e tudo o mais q uma pessoa normal faz no seu dia-a-dia. Tudinhooo normal.
Mas... há períodos em q gosto de hibernar. Isso mesmo! Tenho vontade de me enrolar no meu edredon como se ele fosse um casulo e daqui a algum tempo eu fosse sair dele batendo asas, livre, UMA BORBOLETA!
Cara, se sou meio ursa, meio borboleta... Isso me fez lembrar AGORA de um desenho animado q passava no Xou da Xuxa e q eu adorava ("Os Wuzzles") em q havia a personagem Ursoleta. Uma mistura perfeita de ursa com borboleta. Ela era uma ursinha mas tinha asas. Isso me fez até aumentar o título deste meu post.
Mas o meu período de hibernação pode variar de a metade de um dia a uma semana ou mais. Claro q não fico na cama o dia inteiro (embora às vezes até tenha vontade de ficar), mto menos fico só dormindo. Mas converso pouco, fico mais centrada em mim, nas minhas coisas, minhas meditações e até meus projetos. Neste período não tenho a menor vontade de sair de casa, embora às vezes eu seja obrigada a isso.
Parece q até minha temperatura cai! Mas nem sempre como menos qdo hiberno! hauhuaha...
E vc, já hibernou alguma vez? Já sentiu essa necessidade?
Às vezes acho q quase toda pessoa NORMAL já passou por isso, ou coisa parecida pelo menos um vez na vida. Não é necessariamente depressão, pq na maioria das vezes eu me sinto mto bem no meu casulo. E não importa se é inverno ou verão. Acho q acontece sempre q estou estressada, esgotada e preciso dar um tempo pra recarregar minhas baterias!
Por falar nisso, hoje estou hibernando...
Abraçosss e boa tarde de domingo!
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