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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Resposta (Meu site 2)





































Dessa vez mais pessoas acertaram!!!


A pergunta do meu post do dia 06/04 era "O que essas quatro mulheres têm em comum"?

Antes de dizer o que, é importante dizer QUEM são elas...

São as atrizes Rosana Garcia (hoje com 44 anos), Daniele Rodrigues (hoje com 37 anos), Izabela Bicalho (hoje com 36 anos) e Gabriela Senra (hoje com 33 anos).

Essas mulheres, adultas, maduras, mães... começaram cedo a trabalhar na TV e todas elas têm uma personagem muito especial em comum. Como já foi respondido nos comentários, elas foram a NARIZINHO do Sítio do Picapau Amarelo entre março de 1977 a janeiro de 1986.

A primeira foi Rosana, que esteve em quatro temporadas e 31 das histórias (ou séries, episódios, aventuras - cada um chama como preferir) do Sítio.

A segunda foi Daniele, que esteve nas duas temporadas seguintes e em 23 histórias.

A terceira foi Izabela, que esteve em outras duas temporadas e em 12 histórias.

A quarta e última foi Gabriela, que esteve na última temporada e em 2 histórias.

As fotos estão nessa ordem, que é a ordem em que elas entraram pro Sítio, como Narizinho. E é a mesma ordem em que as atrizes apareceram no post do dia seis. São duas fotos de cada Narizinho (sempre da esquerda pra direita e de cima pra baixo):
Rosana Garcia sozinha e acompanhada da Emília (Dirce Migliaccio) e do Pedrinho (Júlio César); Daniele Rodrigues sozinha e acompanhada da Emília (Reny de Oliveira) e do Pedrinho (Marcelo José); Izabela Bicalho sozinha e acompanhada da Emília (Suzana Abranches) e do Pedrinho (Marcelo José); Gabriela Senra sozinha e acompanhada da Emília (Suzana Abranches) e do Pedrinho (Daniel Lobo).

quarta-feira, 25 de março de 2009

Star Wars - Amor, Sabedoria e... PAZ!

































































Vou agora responder às perguntas q eu fiz no meu post do dia 21/03:


Realmente, como o Claudio disse no comentário, eu estava falando de "Guerra nas Estrelas". Este será o tema de um dos meus sub-sites. O filme (ou melhor, os filmes) q tem a palavra "guerra" em seu título, mas q traz uma linda mensagem de amor, sabedoria, paz, persistência e espiritualidade. Basta querer e é possível aprender mto com STAR WARS!

O personagem ao qual me refiro, q acompanhamos na saga dos 9 aos 45 anos de idade é ANAKIN SKYWALKER/DARTH VADER. Um personagem complexo e fascinante q muda de nome no meio da história. Pra mim, trata-se do personagem mais rico de toda a história do cinema!


Mas continuando as respostas...


Sabre de luz é uma espada a lazer q pode ser desligada qdo não está sendo usada, é a arma dos Jedi.
Jedi são os cavaleiros q garantem a paz na galáxia.
Sith são os inimigos dos Jedi.
E "A Força" é o q protege e fortalece os Jedi dando-lhes poderes incríveis; os Sith tb usam "A Força", porém eles têm contato com o lado negro ou lado sombrio dela, usando-a para o mal.
Millennium Falcon é o nome de uma nave cargueira q pertence ao personagem Han Solo.
O personagem q rumou com ela pra Tatooine é o amigo de Han, Lando Calrissian.
Tatooine é o planeta de Anakin e sua família.
Hutts são os gangsters de Tatooine e o líder deles é Jabba, q mantém Han Solo congelado em seu castelo.
O lord negro dos Sith é Darth Vader q foi quem mandou congelarem Han na carbonita pra testar a máquina (pq pretendia levar seu filho Luke congelado e antes, queria ter certeza de q uma pessoa podia ser congelada e continuar viva).

Ah! E Padmé Amidalla é a mulher de Anakin/Vader (a citei num outro post)...


Quer saber mais?
Assista aos seis filmes "Star Wars"!


Agora, vou falar um pouco da minha experiência com esses filmes (este texto será a introdução do sub-site q homenageará esta saga maravilhosa).





GUERRA NAS ESTRELAS - Minha Experiência Pessoal

Assistir a esses seis filmes foi uma experiência reveladora e emocionante, que gosto de repetir sempre. A cada vez que assistimos a essa saga, surge um novo elemento, um novo aspecto a ser observado, um novo detalhe que passara despercebido, permitindo sempre novas descobertas ao espectador.

A magia dessa história criada pelo genial George Lucas também aguça nossa curiosidade e nos permite dar asas à imaginação e responder, cada qual do seu ponto de vista, às perguntas que Lucas parece ter deixado propositalmente sem respostas.

Sou da nova geração de Star Wars. Embora eu já tenha mais de 30 (anos de idade), tive o privilégio de conhecer esta incrível obra prima em sua ordem cronológica. Isto é, vi os filmes na seguinte ordem: episódios I, II, III, IV, V, VI. Possuo todos esses filmes com todos os seus extras e sempre que os assisto o faço nessa ordem. Acho que é a maneira mais correta e mais emocionante de se ver, começando do começo! E cá para nós: é bem melhor ficar com o gostinho de final feliz do episódio VI e a certeza de que tudo acabou dando certo, do que ficar com a indigesta sensação de que o Imperador venceu como acontece no episódio III. Um grande filme sempre tem um final feliz! Ou pelo menos uma esperança, uma luz no fim do túnel (e ali, no episódio III, não tem).

É... um filme, eu disse. Não é um filme qualquer; e são seis filmes na verdade. Mas concordo com George Lucas quando ele diz tratar-se de um filme de seis partes e 12 horas. Já assisti ao “filme inteiro” durante um dia, com intervalos só para comer, ir ao banheiro e tomar banho! Tenho amigos e parentes que são fãs de Star Wars, e promover seções de “cinema” com essa magnífica hexologia é algo extremamente prazeroso de se fazer em finais de semana.

Cresci sabendo da existência de “Guerra nas Estrelas”. Mas quando eu era criança minha mãe só me levava ao cinema para ver filmes dos Trapalhões. E eu adorava (e ainda adoro aqueles filmes que me fizeram a alegria na infância)! Era “O Vagabundo Trapalhão”, “O Cangaceiro Trapalhão”, “A filha dos Trapalhões” e por aí vai... Lembro que mais ou menos nessa época os cinemas estavam exibindo “ET – O Extra-terrestre” e “Guerra nas Estrelas” (era “O Retorno de Jedi”, mas não gravei o subtítulo na minha memória de infância). Lembro de uma música do Fofão (Balão Mágico) de 83 que dizia: “Enquanto o mundo fala em guerra nas estrelas, vamos explodir amor...”... Eu tinha o disquinho (compacto)!

Enfim... Lembro-me de ouvir falar muito nesses dois filmes, mas sabia que eles não eram para mim, pelo menos sabia que minha mãe certamente não me levaria. Não sabia se a censura era livre e nem me preocupava com isso. Sempre me senti atraída por assuntos como estrelas e extraterrestres. Sempre tive dentro de mim a certeza de que não estamos sós no Universo (na vida real, não apenas na ficção). Mas eu não tinha pressa, porque sabia que um dia veria esses filmes, na hora certa.

Por outro lado, embora adorasse estrelas, eu odiava (e continuo odiando, claro) guerras. E talvez inconscientemente seja por esse motivo que a princípio eu não tenha tido tanta pressa em assistir ao filme. Em certos momentos eu imaginava que devia ser apenas um filme de guerras mesmo, lutas de naves contra naves, envolvendo pessoas que só sabiam guerrear e nada mais. Mas ainda assim eu queria ver um dia. Afinal eram guerras, mas... nas ESTRELAS!

Eu conhecia a música principal de Star Wars. E meu tio tinha uma fita K7 com músicas dos anos 70 que continha uma versão diferente dessa música, que eu achava muito bonita.

Lembro de mais tarde ter visto um dos filmes de Star Wars. Não sei qual. E não sei quando nem onde. Nem sei se vi inteiro ou se foi na casa de alguém em meio a conversas, mas sei que vi, ainda criança ou na pré-adolescência.

Só sei dizer que antes da nova triologia, eu me lembrava de dois personagens: Darth Vader e Yoda. Conhecia suas caras. Eu sabia também que Vader era um vilão que fora bom um dia. Isso aumentou ainda mais meu interesse em ver o filme (ou melhor, filmes). Eu me perguntava o que faria uma pessoa boa passar para o lado do mal.

Quando eu finalmente soube que George Lucas voltaria a filmar Star Wars, cheguei a pensar que ele faria um remake, e com raras exceções eu não sou muito fã de remakes. Mas logo descobri que ele iria contar o começo da saga que não tivera recursos tecnológicos nem financeiros para contar antes. Foi aí que resolvi esperar para ver os filmes na ordem certa. Nunca gostei de nada contado pela metade; gosto de começo, meio e fim.

Hoje agradeço à minha mãe por só me levar aos filmes dos Trapalhões (e outros filmes bem infantis) quando eu era pequena, porque se eu tivesse visto Star Wars a partir do episódio IV hoje eu seria uma das opções abaixo:

Ou uma saudosista chata e implicante como muitos que têm por aí, que não aceitam o novo porque acham que tudo que é de sua época é melhor e só ficam procurando defeitos em tudo que é mais atual. Ou uma revoltada que viveria a me perguntar: “por que George Lucas nos privou de tudo isso? Por que ele não começou do começo e contou a história pela metade nos deixando esperar tanto tempo?”. É... eu faria essas perguntas mesmo conhecendo as respostas!

Por isso não me arrependo de ter esperado para ver os filmes começando do episódio I. A espera nem foi tão longa assim e valeu a pena! Valeu, mãe!!! Valeu, George Lucas!

Que a força esteja sempre com todos nós!!!