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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Descrição das fotos e... mais fotos da Emilia Dirce...





























Descrição das 7 fotos acima (sempre da esquerda pra direita e de cima pra baixo):
1 - A cena antológica em que Emília começa a falar, no Reino das Águas Claras, graças à pílula falante do Dr. Caramujo.
2 - Cena engraçadíssima em que Emília monta o cavalo ao contrário.
3 - Com Narizinho (Rosana Garcia) e o Gato Fuzuê.
4 - Novamente vemos Dirce, a primeira Emília da Globo com Rosana Garcia, a primeira Narizinho dessa emissora. Dirce deixou o Sítio após a primeira temporada. Rosana, no entanto, ainda continuou no Sítio por três anos.
5 - Emília dá um beijo em Dona Benta (Zilka Sallaberry) quando ganha dela sua canastrinha.
6 - Cena emocionante: Emília chora quando "seu" anjinho vai embora de volta pro céu.
7 - Emília em uma viagem ao mundo das fábulas com Narizinho, Visconde (André Valli) e Pedrinho (Júlio César).
Descrição das 9 fotos do post anterior (sempre da esquerda pra direita e de cima pra baixo):

Trabalhos de destaque de Dirce na TV:

1 - Dirce Migliaccio de Emília.
2 - Dirce em "O Bem Amado" (de 1973) com as outras duas irmãs Cajazeira. As três irmãs eram: Dorotéia (Ida Gomes), Dulcenéia (Dorinha Duval) e Judicéia (Dirce Migliaccio). No seriado homônimo dos anos 80, Dorinha Duval não estava no elenco então inventaram uma outra Cajazeira pra ocupar seu lugar. Mas Dirce e Ida Gomes estavam lá.
3 - Dirce no papel de Dona Conceição na novela "A Gata Comeu" (1985)

As Emílias da TV:

4 - Lúcia Lambertini (a primeira Emília da TV).
5 - Dirce Migliaccio (a primeira Emília da Rede Globo).
6 - Reny de Oliveira (a atriz que foi a Emília por mais tempo nessa versão).
7 - Suzana Abranches (a última Emília dessa versão).
8 - Isabelle Drummond (a atriz que foi a Emília por mais tempo na Globo e a primeira da nova versão).
9 - Tatyane Goulart (a última Emília da TV até hoje).

Emílias... de Lobato (Dirce deixa saudades...)!







































"De uma caixa de costura...
pano, linha e agulha...
Nasceu uma menina valente,
EMÍLIA, a boneca-gente(...)"









Essa música, cantada por Baby Consuelo no especial "Pirlimpimpim" de 1982 fala da boneca de pano mais famosa do Brasil - e talvez do mundo! Vestida de Emília, Baby deu um verdadeiro show com essa música alegre e eletrizante.

Eu já falei sobre a personagem Narizinho, que pra mim tem e sempre terá o rosto infantil da atriz Daniele Rodrigues. A Emília, pra mim sempre será Reny de Oliveira! E vou falar sobre ela neste texto.

Mas outras Emílias marcaram épocas diferentes na televisão e recentemente perdemos uma delas: Dirce Migliaccio, a primeira Emília da Rede Globo.

Dirce foi se juntar no plano espiritual a outros atores daquela primeira (e perfeita) versão do Sítio do Picapau Amarelo que foi ao ar de março de 1977 a janeiro de 1986, tais como Zilka Sallaberry (Dona Benta), Jacyra Sampaio (Tia Nastácia), André Valli (Visconde de Sabugosa), Samuel dos Santos (Tio Barnabé) e Ivan Sena (João Perfeito), além do diretor do programa Geraldo Casé.

Dirce Migligaccio esteve presente em apenas uma temporada do Sítio do Picapau Amarelo (a primeira, em 1977) e participou de cinco episódios além do período que muitos chamam de "episódio piloto" que teve entre 70 e 90 capítulos.

Explicando melhor: entre março e julho de 1977 o Sítio ainda não era dividido em episódios. Por isso essa fase é conhecida como "piloto" ou simplesmente "Sítio do Picapau Amarelo". A partir daí a Globo resolveu realizar episódios de 20 capítulos cada. Os cinco episódios dos quais Dirce participu foram: "A Cuca vai pegar", "João Faz de Conta", "O Anjinho da Asa Quebrada", "Peninha - O Menino Invisível", "O Terrível Pássaro Roca".

Mas a Emília de Dirce, que é considerada por muitos como a mais "lobatiana" das Emílias, marcou muito. Principalmente as crianças que começaram a acompanhar desde o começo. Afinal, ela foi a primeira!

Fui conhecer o trabalho de Dirce como Emília em 1993, quando a Globo reprisou nas férias de julho um episódio de 77 ("A Cuca vai Pegar") e um de 81 (O Circo de Escavalinho). Até aquele momento eu só conhecia duas Emílias: a "minha" Emília de sempre, ou simplesmente A EMÍLIA, Reny de Oliveira, e Suzana Abranches que passara a substituir a Reny naquele ano (83). Quando vi a Dirce, realmente gostei mais dela do que da Suzana. Era desajeitada, desengonçada, mal-humorada na maior parte do tempo, mas uma Emília interessante, diferente.

Mas Dirce se destacou também por outros trabalhos, como uma das irmãs cajazeiras, a Judicéia de "O Bem Amado" (1973 como novela e de 1980 a 1984 como seriado) e também a Dona Conceição de "A Gata Comeu" (1985).

Ainda tenho uma vaga lembrança da Dirce Migliaccio na novela Marron Glassê (1979/80 e reprisada no "Vale a pena ver de novo" em 82). Ela interpretava uma velhinha, amiga do personagem de Lima Duarte. Eram duas velhinhas, a outra era interpretada por Ema D'ávila.

Sem dúvidas era uma grande atriz, o mundo da dramaturgia perdeu uma grande representante. Que ela fique em paz, porque na Terra jamais será esquecida!

Mas... vmos falar da Emília, ou melhor DAS Emílias!!!

Tivemos mais outras quatro Emílias na Rede Globo e outras tantas em outras emissoras, filmes, teatro e especiais de TV dentre as quais se destaca Lúcia Lambertini, a primeira Emília da TV. Ela foi a Emília na TV Tupi e ficou por quase duas décadas (anos 50 e 60) interpretando essa personagem, assim como a Narizinho Edi Cerri que viveu a menina mesmo depois de ter ficado adulta! Houveram algumas substitutas mas Lúcia e Edi foram as que mais se destacaram na época e as que mais tempo estiveram na pele das personagens.

Na Rede Globo, no final de 1977 Dirce Migliaccio pediu pra sair. Ela estava envolvida no projeto do Sítio desde o ano anterior quando foi escolhida para o elenco e quando começaram as primeiras gravações. Mas uma temporada bastou para que ela achasse que a Emília era muito cansativa e que não era para ela.

Assim, em 1978 o Sítio apresentava a nova Emília: Reny de Oliveira, a minha preferida, da qual vou falar separadamente no próximo post. Reny ficou cinco anos no Sítio, no final dos quais, exausta, também pediu pra sair.

Em 1983 estreou como Emília a atriz de teatro Suzana Abranches, que ficou no programa pelas próximas três (ou, na verdade duas e meia) temporadas até o final do programa em janeiro de 1986.Em 2001, a Rede Globo resolveu retornar em outubro, mês das crianças, com o Sítio do Picapau Amarelo em uma nova versão. Mas pela primeira escolheram uma criança pra interpretar a boneca Emília, Isabelle Drumond, uma menina de 7 anos! Ela ficou no programa por cinco anos e alguns meses. Sua última temporada foi em 2006.

Em 2007 quando todo o elenco, formato e tudo o mais do Sítio passou por mais uma (e mais completa) reformulação, a Emília voltou a ser interpretada por uma atriz adulta: Tatyane Fontinhas Goulart. Assim como Dirce Migliaccio ete presente apenas na primeira temporada exatos 30 anos antes, Tatiane também ficou no Sítio apenas na última.


Falar do trabalho de cada uma é complicado porque cada uma delas tinha um jeito diferente... Mas vamos tentar:

A Dirce era a mal humorada, muitas vezes parecia uma velha rabujeta... rsrsrs Mas tinha seus momentos de graça e emoção.
A Reny... essa eu já falei... (embora dispense comentários) comento depois!!!

A Suzana era muito espevitada, parecia uma menina levada.

A Isabelle é a única que era de fato uma crinça e pra idade dela acho até que ela se saiu bem, mas... eu a achava meio forçada, ela respirava muito entre as falas, parecia uma criança ressitando uns versinhos pra família num almoço de domingo.

A Tatyane se saiu bem... eu só não gostei daquela voz horrível e estridente que ela inventou pra Emília.

Enfim... entre Emílias e Emílias, com certeza a SUA está aqui nessas fotos, e citada neste texto...


Continuando a música que comecei a postar lááá em cima:



"(...) Mas a partir do momento
que aprendeu a andar
Emíia tomou uma pílula
e tagarelou, tagarelou a falar...
tagarelou, tagarelou a falar...

Ela é feita de pano,
mas pensa como um ser humano,
esperta e atrevida
é uma maravilha Emília, Emília.

Emília, Emília, Emília,
Emília, Emiília, Emiília...

A cada história ela tem um plano,
inventa mil idéias,
não entra pelo cano,
ah, essa boneca é uma maravilha!"

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

MUDANÇAS

"As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem" (Chico Buarque de Holanda).

Aqui vai um texto que ganhei de um amigo há tempos. É de autor desconhecido, mas diz exatamente o que eu penso:

Em geral, as pessoas morrem em torno dos trinta anos e são sepultadas por volta dos sessenta ou setenta. Leva quarenta anos para os outros perceberem que aquelas pessoas estão mortas.

Lembre-se: a vida é sempre incerta. Somente o que está morto é certo, é sólido, é fixo. Tudo que está vivo muda sempre e se movimenta, é fluido, liquido, flexível, capaz de se mover em qualquer direção.

Quanto mais você se torna seguro, mais está perdendo a vida. Viver é arriscado e morrer não tem risco nenhum. Morrer é muito, muito seguro. Na verdade, não há lugar tão seguro para o ser humano quanto um túmulo. Nada mesmo pode acontecer, nenhum acidente, nenhum azar. Essa é a segurança do túmulo. E as pessoas têm desejado tanto a segurança que elas estão mesmo prontas a morrer por ela. Deseje a insegurança, pois isso é desejar a vida.

Busque a insegurança, procure os caminhos ainda não trilhados e navegue por mares ainda não navegados, porque esse é o caminho da vida. Quando as mudanças começam a ocorrer, as pessoas ficam com medo. Então, algumas vezes, elas se agarram às misérias, porque elas lhe parecem familiares. Mas o crescimento é sempre um jogo arriscado. As pessoas têm que perder aquilo que está em suas mãos em troca de algo que ainda não está. Na vida real, não há nenhuma garantia. Exceto a certeza da morte.

Essa é a beleza da vida real. É por isso que há tanta emoção. A vida só é acalçada por um alto preço. Se você observar as pessoas, verá muita gente buscando um tipo arriscado de vida, à sua maneira. Essas são as pessoas vivas. As outras já estão mortas. Podem ser sepultadas mais tarde, mas já estão mortas.

*Eu não acredito na existência da morte, o que morre é o corpo. Mas acredito no sentido figurado de morte citado neste texto. Quem não se arrisca não petisca, quem vive com medo de mudanças na verdade não vive; está "morto", ou seja, estagnado.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Frio e depressão na serra...


Estou de volta, depois de uns dias fora...

Essa volta me trouxe algumas reflexões, me fez chegar a algumas conclusões e confirmações a respeito de verdades sobre mim mesma que no fundo (e talvez até no raso também), eu já conhecia.


Uma dessas verdades é que realmente o tempo/clima me influencia de uma maneira muito intensa.


Sempre que vou ao Rio, ao passar pela Serra de Petrópolis quando não há sol por ali, fico meio angustiada, observando aquela névoa branca que trás frio pra dentro do carro ou do ônibus.


Na semana passada fui a uma outra serra, a Serra de Ibitipoca. Há um parque florestal lá, que é lindo. Já postei aqui sobre aquele local. Realmente é um santuário ecológico, com lindas cachoeiras e grutas. Mas das outras vezes que estive lá, era verão ou primavera. E havia sol, muito sol. Foi maravilhoso.


Desta vez, porém, o sol pouco deu o ar de sua graça (e quando ele aparecia, muito raramente, era fraquinho e logo sumia de novo).


Tivemos que subir muitooo pra chegar até o ponto mais alto do parque: a Lombada, onde encontramos uma névoa branca que fazia parecer que estávamos na Suíça! Frio, muito frio! GELADO! E... molhado, porque havia uma chuva fina insistente. Não dava pra ver nada à frente, estava tudo branco à nossa volta. Mesmo com capa e guarda-chuva é impossível não se afetar por um clima como aquele.


Atravessando a Lombada chegamos a um lugar lindo, que se chama "Janela do Céu", o ponto mais distante do parque, onde eu nunca tinha ido antes. A vista é realmente maravilhosa e compensou todo o esforço e os "perrengues" que passamos na subida. Como sempre morei em bairros planos de Juiz de Fora, pra mim é muito difícil andar só subindo... subindo... subindo... Onde moro agora até que tem uma subidinha, mas é apenas uma ladeirinha, bem curta.


Eu nunca tinha sentido tanto frio na minha vida! Nem com a pior das frentes frias que já chegou à JF! Fiquei hospedada na casa de uma amiga, na vila de Conceição do Ibitipoca. E o frio que faz dentro da casa realmente é assustador.


No dia seguinte, novamente no parque, no frio gelado e chuvoso, bateu uma solidão, tristeza, angústia... Sabe aquele aperto no coração que a gente nunca sabe de onde vem? Pois é. Fiquei realmente deprimida. E isso deixou claro pra mim mas uma vez que eu não nasci pra viver em cima de serra, de montanha... Não nasci pra sentir frio!


Sou do sol, do verão, do mar, da praia, do alto-astral, da alegria! Gosto das noites de verão regadas a sorvete e tendo como teto o céu cheio de estrelas!

Com o frio me encolho e não gosto disso. O calor me traz à vida, de fato e com tudo!!!


Portanto: Ibitipoca é lindo! Mas é local pra ser visitado no verão ou na primavera, com o sol brilhando no céu e ardendo na pele!


Sempre digo que pro calor há soluções: ventilador (detesto ar condicionado), banho frio, roupas leves, sucos, águas geladas, sorvete, picolé, chup-chup/sacolé... Mas e pro frio? Qual é a solução? Não chegar o nariz nem na janela e ficar dentro de casa debaixo de casacos e cobertores! Isso pra mim não é algo agradável. Portanto, não é solução na verdade, é apenas prevenção pra não adoecer!!!


Meu astral está melhorando, apesar de ter uma frente fria sobre JF. Mas já consegui tomar um banho feliz, mais relaxada e sem chegar a tiritar de frio!


As experiências da vida servem de aprendizado e por isso são válidas. Por isso, espero eu poder cumprir essa promessa que faço a mim mesma: alto de serra com tempo frio NUNCA MAIS!!! Não sou esquimó pra aturar frio quase perto de zero (acho que foram uns 3 graus centígrados àcima de zero) nem eremita pra viver em cima de montanha. E tenho dito.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Ida e volta...

Amigos...

Sei que estou em falta com o blog...

Tenho me dedicado muito ao blog "Michael Jackson Sempre Vivo" porque talvez essa seja a maneira que encontrei pra preservar sua memória e conviver com a dor da pêrda desse meu ídolo tão querido.

Como eu disse... eu aguardava ansiosa pela volta dele aos palcos. Mas como isso não ocorreu eu não me conformo. Quero Michael Jackson! rsrsrs

A maneira que encontrei pra aliviar essa questão foi transformar a idéia que seria uma homenagem pra sua volta, em homenagem póstuma. O fato de eu ver tanta besteira na mídia mesmo depois dele não estar mais aqui pra se defender também fez com que, como toda sua legião de fãs vem fazendo, eu me dedicasse a estabelecer a verdade sobre várias questões que o cercaram e cercam.

MAS...

VOU FICAR FORA POR UMA SEMANA. PRECISO AREJAR A CUCA, ESTAR EM CONTATO COM A NATUREZA.

E NA VOLTA, ESTAREI NOVAMENTE AQUI, POSTANDO NESTE QUE É MEU PRIMEIRO BLOG, PELO QUAL TENHO MUITO CARINHO.

Obrigadãããooo a a todos que seguem, comentam, lêem ou apenas visitam de vez em quando este blog!

Estarei de volta com novas postagens na semana que vem!
Um grande abraço a todos!

Elisa.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Livro: O Apanhador no Campo de Centeio

Há livros nos quais a gente ouve falar desde muito cedo, porque eles se tornam clássicos. "O Apanhador nos Campos de Centeio" é um desses livros.

Ele conta a história de um adolescente, então normalmente é bom que seja lido quando estamos na adolescência. Mas como naquela época eu tinha que ler os livros que o professor/professora de língua portuguêsa mandam a turma inteira ler pra depois fazermos as provas de interpretação de texto e tudo o mais, não sobrava tempo pra ler os outros livros que me indicavam e que eu queria ler...

Assim, acabei não lendo o "apanhador...".

O tempo passou e eu finalmente li o livro. Terminei por esses dias e resolvi comentá-lo aqui porque sinceramente, eu esperava mais do livro! Amigos meus que o leram na adolescência ou mesmo depois, disseram que era um grande livro, alguns o consideram o melhor livro que leram até hoje, ou pelo menos um dos melhores!

Talvez o fato de eu não ser mais uma adolescente contribuiu pra que eu não me identificasse com o Holden (personagem principal e narrador do livro). Talvez eu tenha esperado demais pra lê-lo. Mas como eu tenho muito de adolescente ainda em mim, acho que não curti muito o livro por causa do mau humor constante do garoto!

Holden é um garoto de 16 anos que vive sendo expulso das escolas porque simplesmente não estuda. Não consegue gostar de estudar e reclama de todos os colégios pelos quais ele passa (normalmente como interno), de quase todos os colegas, professores e diretores.

Ele parece ter um bom coração mas é muito rabujeto pra um garoto dessa idade! Reclama muito, critica muito... Sem dúvida ele é muito observador e demostra um ponto de vista interessante a respeito de muitos aspectos da vida. Tem um carinho especial por sua irmãzinha Phoebe de 10 anos que também o adora, e tem um único desejo real na vida: ser um apanhador no campo de centeio. Apanhar as crianças que correm pelos campos pra que elas não caiam no abismo! Essa seria a única "profissão" que lhe agradaria na vida!

Holden narra apenas o curto período de poucos dias entre o momento em que deixou o seu último colégio (ele "fugiu" pouco antes do previsto) e sua volta pra casa no Natal. Ele ficou perambulando pelas ruas de Nova Iorque, procurando algumas pessoas, observando tudo e todos, dormindo em hotéis e indo a bares onde virava a noite bebendo e fingindo que era maior de idade.

No final, ele vai parar em uma clínica. Mas ele não fala claramente sobre como adoeceu e não conta mais nada. Fato é que ele está nessa clínica contando suas experiências nesses dias da "fuga", incluindo seu reencontro com sua irmã Phoebe e está pra sair de lá sem saber ainda em que colégio irá estudar no próximo ano.

Claro que eu não odiei o livro, ele não é de todo ruim. Tem algumas coisas interessantes que o Holden diz, e às vezes ele chega a ser bem engraçado. Mas o mau humor dele me irritou. Ele se refere à quase tudo como "essa porcaria" e tal... E é meio repetitivo. Não me arrependo de tê-lo lido mas que fiquei meio decepcionada, isso fiquei!

Até recomendo... Mas pra ler esse livro a pessoa tem que "saco" e estar com muito bom humor, de bem com a vida, enfim... pra aturar um aborrecente de mau humor desabafando suas maluquices e desgostos na sua cabeça!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Os 40 anos do homem na LUA!







Há exatos 40 anos, o homem pisava na Lua pela primeira vez... das muitas vezes que virão ao que tudo indica!

Bom... já tentaram de tudo pra fazer crer que aquilo foi uma farsa, uma armação. Eu só sei que eu acredito que foi verdade. Eu acredito que o homem foi à Lua, mesmo porque as provas e evidências são muitas.


Ontem o "Fantástico" mostrou que todas as dúvidas levantadas pelos céticos não têm mesmo razão de ser. Ora, se a Globo (que adora viver "desmascarando" todo mundo) afirmou que o homem foi à Lua e derrubou com explicações muito verdadeiras todos os argumentos daqueles que duvidam desse feito, por que duvidar, não é mesmo?
Respeito quem não acredita, porque as pessoas têm o direito de acreditar no que quiserem. Eu prefiro crer que o homem foi à Lua e pronto.

Bom... Parabéns pra eles, parabéns pro ser humano!
Mas... ao mesmo tempo eu fico me perguntando o que EU acho do homem ficar indo mexer lá em cima onde não é chamado! Sei lá! Ao mesmo tempo que acho legal explorar o espaço, sou terminantemente contra o homem ficar enchendo-o de bugingangas só pra mostrar sua "grandeza" e seu orgulho além de satisfazer curiosidades que muitas vezes não são tão necessárias assim.

Ok, enviaram pro espaço "ferramentas" que podem nos ajudar de várias maneiras, prevendo aproximação de meteoros destrutivos e tal... Mas o que me preocupa é o excesso. Tem muito lixo flutuando lá em cima, já pensou se esses troços resolvem cair por aqui??? Já andou acontecendo e pode acontecer mais vezes!
Outra preocupação do ser humano é descobrir se há vida fora da Terra, se há água nos outros planetas, o que comprovaria a existéncia de vida. Quanto a isso, acho perda de tempo porque creio mesmo que haja vida nos outros planetas, porém... que falou que os seres que vivem por lá têm a mesma constituição física que nós? Quem disse que eles precisam de água pra viver? E quem disse que eles são visíveis aos terráqueos a olho nú? Podem ser mais etérios que nós e também podem não querer ser vistos, simplesmente! Mas isso é uma convicção minha e não vai muito ao caso agora porque aqui a questão é outra...

Eu tenho em DVD um documentário lindo, imagens feitas pelo Hubble que causam fascínio em qualquer pessoa que tem o mínimo interesse por astronomia ou que simplesmente gostam de contemplar as estrelas. O que não é meu caso, porque meu interesse em astronomia nunca foi mínimo e eu não gosto de contemplar as estrelas... Eu "apenas" AMO contemplá-as e também conhecê-las, estudá-las...

Por isso fico nesse dilema... rsrs Não sei se aplaudo os feitos do homem em relação ao espaço ou se o critico por querer xeretar aquilo pro qual provavelmente nós terráqueos ainda não estamos preparados...

Seria legal poder passar férias na lua... Mas por outro lado quanto lixo será jogado na atmosfera até conseguirmos isso??? O ser humano nunca se contenta com pouco... e em sua sede de ir cada vez mais longe pode cometer atos completamente perigosos e destrutivos à humanidade.

Mas, de qualquer forma, fica aqui a minha homenagem ao dia de hoje e a esse feito histórico. Parabéns aos astronautas Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins, que realizaram essa maravilhosa façanha!
Fotos: Neil Armstrong e a viagem à lua realizada em 20 de julho de 1969.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Imagens inesquecíveis do REI DO POP!






































































































































































































































































































































Resolvi colocar as fotos separadas do texto porque como selecionei muitas, acho que fica melhor assim... e ELE MERECE!!!
Por serem de Michael Jackson, acho que a maioria dessas fotos dispensa comentários... Vamos então à minoria delas:
A sétima foto é de Michael com outros astros e estrelas na Campanha "Usa For Africa", em 85, na gravação do clipe da música "We are the world". Temos na foto, de cima pra baixo, e da esquerda pra direita: Lionel Richie, Tina Turner, Willie Nelson, Bob Dylan, Bruce Springsteen, Cybdi Lauper e Michael Jackson. Simplesmente os "top" da época!!!
A décima primeira foto é uma montagem com as várias fases (e faces) de Michael. Suas muitas "caras" ao longo dos anos, décadas...
Da décima quinta a vigésima primeira fotos temos as capas de todos os albuns-solo dele, de 1979 a 2001.
A ante-penúltima foto é a capa do LP "Usa for Africa", de 1985. Camapnha da qual ele foi um dos principais organizadores, além de ter sido, ao lado de Lionel Richie, um dos autores da canção "We are the World" (tradução: "nós somos o mundo").
A oitava, a décima quarta e a penúltima fotos mostram Michael no clipe de "Thriller" (primeiro numa foto em que está entre os zumbis, depois dançando a coreografia e por última, virando aquele lobisomem que aparece no começo do clipe).
A última foto mostra a capa do fime "Moonwalk", de 1988.
OBS: Conte as fotos sempre de cima pra baixo e da esquerda pra direita.